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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

[Review] The Elder Scrolls V: Skyrim

O gênero de fantasia medieval sempre foi um favorito no mundo todo. Seja ele mais fantasioso e épico, como visto em diversos RPGs, livros e games, como Dungeons and Dragons (aquele Caverna do Dragão, lembra?), Final Fantasies (os mais antigos); seja mais realista do que fantasioso, como Game of Thrones e Stronghold.
Mas, há uma série que consegue conciliar bem essas duas metades. No início, meio obscura, agora bem famosa, The Elders Scrolls, faz, desde os anos 90, um excelente serviço no que tange RPG e desde que Morrowind e Oblivion ganharam o GotY, parece que a nem tão mais obscura saga The Elder Scrolls virou sinônimo de coisa épica. Não só TES, mas  Bethesda em si conseguiu bastante moral, tendo títulos extremamente bem conceituados em seu currículo (Fallout 3, New Vegas).

Hypeado até dizer chega, o quinto episódio da Saga chega à vida. Seria The Elder Scrolls V: Skyrim o epítome dos games de RPG - ou melhor - da Bethesda?


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

[Review] Terraria

Jogos de fantasia medieval, seja RPG, aventura ou ação, tendem a serem épicos, por natureza. O clima de magia, aliado à missões heroicas, contribui muito para isso: A criação de uma atmosfera 100% épica. Mas, o que aconteceria se ao invés de um garoto simples de uma vila que parte para se aventurar no mundo ou um Rei que deve defender seu povo, o jogador fosse colocado na pele de um qualquer, cujo objetivo é só se aventurar?

"Já vi isso em algum lugar... AH, MINECRAFT!" você grita, num surto de genialidade. É, talvez. O review de hoje tratará de um jogo semelhante, em alguns aspectos, a MineCraft, mas que mesmo assim consegue ser diferente e muito divertido de jogar. Peguem suas espadas, picaretas e tochas: Vamos cavar fundo e falar de Terraria, a nova sensação indie!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

[Review] The Gazette - TOXIC


ANTES DO MIMI:
Metal, aqui no Covil do Leon, é tudo aquilo que empreende um esforço coletivo de instrumentos como Guitarra, Baixo, Voz e Bateria (instrumentos extras são permitidos, tais quais Gaitas, Teclados e outras coisas), popularmente conhecido por Rock. E convenhamos: Gazette soa mais metal do que rock, né verdade?


TENDO DITO, vamos ao que interessa... O Gazette lança mais um CD, 2 anos após o DIM. Será que TOXIC superou as expectativas?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

[Review] Digimon Masters Online


Covil do Leon também é MMO, crianças. É claro, que falaremos dos gratuitos, afinal, sou um universitário deveras fudido comprometido com dinheiro.
Mas, sem mais delongas. Vamos ao review MMOístico de hoje!

Desde que os primeiros MMORPGs apareceram e começaram a fazer sucesso, como Tibia, Ultima Online, Ragnarok Online e Everquest Online, o gênero começou a ser explorado a exaustão, seja com temáticas diferentes e/ou inovadoras, seja com franquias famosas. O Game de hoje entra na lista de franquias famosas. Pegue seu digivice e prepare-se para uma viagem ao digimundo, porque Digimon Masters Online é o nosso alvo.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

[Review] Dream Theater - A Dramatic Turn of Events








A banda americana Dream Theater lança seu décimo primeiro álbum hoje, mas, a data de lançamento não é o ponto chave aqui. A questão é tudo que esse álbum representa para a comunidade de fãs do metal, fãs da banda e para a própria banda. Para você que é fã de metal ou fã da banda e estava passando uma temporada em Marte, o super-baterista e membro fundador da banda, Mike Portinoy, abandonou o Dream Theater.  Muitos se perguntaram: “E agora? O que vai acontecer com o Dream Theater, já que o mestre das composições insanas saiu da banda?”.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

(Mega)Review - D'espairsRay, Parte 3

Pra entender essa parte do review, você precisa ler as outras duas partes:
Parte 1 e Parte 2



D'espairsRay

Após a grande controvérsia envolta no Mirror, o D'espairsRay preferiu-se manter sem o visual-kei (parafraseando Kyo, vocalista do Dir en Grey: "Visual Kei só faz sucesso dentro do Japão. Fora daqui, é complicado se manter isso") e logo em seguida, foram lançado os singles "Brilliant", "KAMIKAZE" e "HORIZON" e novmente, mudando a sonoridade, se desgarra do som pop cliché e amadurece musicalmente, atirando em direções novas.

Juntando algumas faixas dos singles e EPs, e algumas novas, o novo álbum é lançado...


REDEEMER


O REDEEMER, marca o ressurgimento de um novo D'espairsRay. Após ter caído num caminho diferente, para não dizer ruim, a sonoridade pop foi abandonada e o peso, screams e guturais são retomados, mas com um certo amadurecimento, tanto lírico quanto musical.
Algumas faixas são empolgantes e remetem ao tempo do Coll:set, como as faixas "Lizard" "Masquerade" e "Lost in re:birth". Algumas faixas, como "HORIZON" e "Heaven's Color" ainda trazem a influência J-Pop, como visto em Mirror, mas ainda assim de forma diferente, não enjoando em ponto algum.
Há algumas músicas que poderiam ser descartadas do álbum, como "夜空" (Lê-se Yozora) e
R.E.M -fuyu no genchou-". Mas, essas músicas são eclipsadas por outras duas, que na opinião deste que vos escreve, são as melhores músicas do CD: "REDEEMER" e "KAMIKAZE". Essas duas, mostram bem como D'espa muda sem se perder, usando de um belíssimo trabalho de guitarras (em especial na segunda) e introduzem o que, até agora, é sonoridade do D'espairsRay.

Em palavras mais curtas, o REDEEMER faz jus ao seu nome: Redimiu o D'espairsRay.


legendado em Português (Portugal)





É isso aí. Fim do meu primeiro mega-review. Espero que tenham gostado!

sábado, 26 de setembro de 2009

(Mega)Review - D'espairsRay, Parte 2

Se você não leu a primeira parte, CLIQUE AQUI, e conheça o início dessa maravilhosa banda!


D'espairsRay

Após o lançamento do Coll:set, o D'espairsRay começou a decolar. Logo em 2006, a banda lançaria mais um single, o "Kogoeru Yoru ni Saita Hana" e seu novo DVD: o LIQUIDIZE Tour '06, contendo músicas do Primeiro álbum e dos EPs e singles passados. Além disso, esse ano também marcou a "internacionalidade" do D'espa, que fez turnês pelos EUA e pela Europa.

Em 2007, mais mudanças viriam: Após trocarem suas cores para o branco, o D'espairsRay abandonaria o visual... diferente e adotaria algo mais "normal", por assim dizer. Então, em Março, o D'espairsRay lança o Maxi-Single Squall e com ele, uma chuva de reclamações por parte dos fãs...



A sonoridade havia mudado. Os fãs mais antigos da banda ficaram descontentes com essa mudança e logo, novos fãs surgiram. Um mês após o lançamento de Squall o D'espairsRay lançou seu segundo álbum: Mirror

Mirror
O Mirror é um divisor de águas para os fãs do D'espairsRay, em vários aspectos: Visual da banda, experiência e maturidade musical, ousadia e, principalmente, a sonoridade nova. A tentativa de misturar o som gótico e pesado visto em Coll:set com uma sonoridade mais pop rendeu ao D'espa o Mirror. Em músicas, como "Kogoeru Yoru ni Saita Hana" e "Kaleidoscope" é possível notar uma pegada mais pop muisc, seja pelo uso (ou abuso) de batidas eletrônicas. Ainda no âmago pop, é possível reparar que em algumas músicas há um certo flerte com o Pop Rock, como em "Trickster", "Squall", com a presença de refrões "chicletes", inclusive. Mas, como eu disse no início da primeira parte do Review, o D'espairsRay mudou sem se perder e isso é fácilmente visto nas outras faixas do CD como: "Hollow", "Damned", "AngelDust" e, principalmente em "Closer to Ideal". Nessas músicas o D'espairsRay conseguiu deixar o som, de alguma forma, mais "pop" mas, sem perder sua identidade (destacando "Closer to Ideal"): Som pesado, característico, um leve toque de dark, screams e guturais bem colocados.

É um álbum que se deve ouvir de cabeça aberta. Não recomendado para fãs da antiga fase do D'espairsRay.



domingo, 20 de setembro de 2009

(Mega)Review - D'espairsRay. Parte 1

Outra seção inaugurada aqui, mateys! É a reviews, e eu vou começar com uma banda que eu simplesmente, adoro.


D'espairsRay

A banda, formada em 1999 e que continua com a mesma formação até hoje, é um dos expoentes da cena J-Rock fora do Japão. Com uma gama ENORME de Singles, alguns EPs e três CDs, o D'espa mostrou como mudar a sonoridade sem perder a identidade. A banda tem Hizumi no vocal, Karyu na guitarra, ZERO no baixo e Tsukasa na bateria.

Assim como no mundo, com o D'espairsRay, no início, tudo era trevas, literalmente. Sério, de 99 até meados de 2006, a banda usava um visual muito, digamos... trevas (?). Cabelos estranhos, roupas esquisitas, maquiagem pesada... Tá, até então não é diferente de uma banda Visual Kei padrão, mas, eles eram diferentes, de alguma forma.

Viu? Eu disse que eles eram diferentes de alguma forma...

Antes do primeiro CD, os EPs "Born" e "Marverick", o Maxi-Single "Gemini" e o DVD "Murder Day" (composta de músicas de algumas Demo Tapes e músicas dos Singles e EPs lançados até então) compunham a setlist do D'espairsRay e todos eles, como dito anteriormente são bem "trevas": Som pesado, vocais guturais e screams bem posicionados, um feel macabro e de terror.



Após isso, o D'espairsRay então lança o primeiro CD de três. Um CD que com certeza revolucionou a cena Visual Kei...
Coll:Set (2o05)

O Coll:Set é o CD de estréia do D'espairsRay, e digo uma coisa: QUE ESTRÉIA. O álbum eleva a proposta de música do D'espa ao extremo, sem cansar em nenhum momento, através de músicas devastadoramente pesadas como "Grudge", passando por músicas mais ligeiras como "Fuyuu Shita Risou". Além do "basicão", o Coll:Set tem músicas com uma pegada diferente e única, como "Dears", "Forbidden" e "Tainted World". Até mesmo as músicas mais pops do CD tem sua taxa de "peso" bem alta, vistos em "Hai to ame" e "Tsuki no Kioku - fallen -".

Porém, o grande carro-chefe desse CD, com certeza fica por conta de "Gärnet". Essa faixa resume, em seus 4:28 de duração, o D'espairsRay do início: Pesado, sombrio, screams, guturais, bem dark. O teclado agudo ao fundo, junto da bateria - bem ritmada - dão um tom "do mal" à música, que aliado aos excelentes vocais de Hizumi, faz você sentir calafrios. Durante o refrão, a música pesa, mudando inclusive a velocidade da mesma, adotando uma postura bem heavy e igualmente macabra.


Definitivamente, é o melhor CD do D'espairsRay.


Com legendas em inglês!



É isso aí! Depois, a segunda parte do (Mega)Review: A grande mudança no D'espairsRay e o CD Mirror.