É como diz a música:
"Quando sangramos, sangramos igual"
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Teorias ridículas acerca da vida
A arte de viver é tão subjetiva quanto a utilidade de um dado de seis (ou mais) lados na hora do almoço.
Mas ainda assim, é uma arte. E por ser um conceito subjetivo tende a ser incomum, caótico, subliminar, superliminar, nunca liminar.
Não entendeu o texto? Então, quando entendê-lo, a vida vai ser fichinha de ser entendida.
Mas ainda assim, é uma arte. E por ser um conceito subjetivo tende a ser incomum, caótico, subliminar, superliminar, nunca liminar.
Não entendeu o texto? Então, quando entendê-lo, a vida vai ser fichinha de ser entendida.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Succubus Fraternus
As pessoas são mesmo engraçadas.
Vejam só vocês, meus (dois e meio) leitores. Até outro dia, uma certa pessoa cujo nome não vou dizer apenas (e só por isso mesmo) para manter sua integridade (bem avariada, por sinal) dizia que me amava, e que nunca ia me esquecer e que isso, e aquilo outro...
Ora! Para o raio que o parta!
Puro interesse! Joguete de manipulação, isso sim!
Assim que houver outra necessidade, ela vai aparecer mais uma vez e vai tentar despejar todo o amor e carinhao que só o interesse dela sabe dar.
Mas, as coisas serão diferentes dessa vez.
Me vacinei contra gente que me ataca com falso moralismo, hipocrisia e interesses. Quer saber alguma coisa? Procure, súcubo maldita.
Não estarei mais aqui pra te ajudar. A partir de agora, serei seu inferno pessoal e (quase) portátil.
Prepare-se. A sua vida vai ficar ainda mais cansativa.
Vejam só vocês, meus (dois e meio) leitores. Até outro dia, uma certa pessoa cujo nome não vou dizer apenas (e só por isso mesmo) para manter sua integridade (bem avariada, por sinal) dizia que me amava, e que nunca ia me esquecer e que isso, e aquilo outro...
Ora! Para o raio que o parta!
Puro interesse! Joguete de manipulação, isso sim!
Assim que houver outra necessidade, ela vai aparecer mais uma vez e vai tentar despejar todo o amor e carinhao que só o interesse dela sabe dar.
Mas, as coisas serão diferentes dessa vez.
Me vacinei contra gente que me ataca com falso moralismo, hipocrisia e interesses. Quer saber alguma coisa? Procure, súcubo maldita.
Não estarei mais aqui pra te ajudar. A partir de agora, serei seu inferno pessoal e (quase) portátil.
Prepare-se. A sua vida vai ficar ainda mais cansativa.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Doce Sentimento de Igualdade na Divisão de Dor, vulgo Vingança
Ah, sim... A vingança.
Um dos sentimentos mais subjulgados, eu diria. Alguns falam que vingança "é um prato que se come frio". Eu diria que vingança é a sobremesa: Doce, delicioso... Mas come quem quer.
"Ah, Leon! Não acredito que você é assim!"
Pois é. "onde há luz, há sombra" não é? Acho que só agora vi que o que me prende, que o que me deixa infeliz, que me faz estar como estou é ela, a irmã bastarda da justiça, a Vingança. Nada muito simbólico, permeado de grandes planos ou coisa do tipo. É só vontade de fazer os outros passarem por 30% do que eu passo.
A dúvida é: Vingança ou Relevar? Deixar passar? Fazer com que sintam o que eu sentir?
Tantas dúvidas e tão pouca cabeça...
Mas uma coisa é certa:
Que os deuses olhem por suas almas, se houver vingança.
(Pedido perdão adiantado pelo post depressivo. Grato pela compreensão)
P.S.: Não se preocupem, estou pra ir num psicólogo urgente. =)
Um dos sentimentos mais subjulgados, eu diria. Alguns falam que vingança "é um prato que se come frio". Eu diria que vingança é a sobremesa: Doce, delicioso... Mas come quem quer.
"Ah, Leon! Não acredito que você é assim!"
Pois é. "onde há luz, há sombra" não é? Acho que só agora vi que o que me prende, que o que me deixa infeliz, que me faz estar como estou é ela, a irmã bastarda da justiça, a Vingança. Nada muito simbólico, permeado de grandes planos ou coisa do tipo. É só vontade de fazer os outros passarem por 30% do que eu passo.
A dúvida é: Vingança ou Relevar? Deixar passar? Fazer com que sintam o que eu sentir?
Tantas dúvidas e tão pouca cabeça...
Mas uma coisa é certa:
Que os deuses olhem por suas almas, se houver vingança.
(Pedido perdão adiantado pelo post depressivo. Grato pela compreensão)
P.S.: Não se preocupem, estou pra ir num psicólogo urgente. =)
domingo, 23 de maio de 2010
Por entre as nuvens...
Essa curta, porém longa, história começa de forma intrigante. Havia um menino, que toda noite olhava para o céu. Das milhões e milhões de estrelas cintilantes, uma se destacava. Ela brilhava de uma forma diferente...
E todo dia, ele repetia seu ritual. Saía de casa e ficava horas e horas deitado na grama, observando o céu, sempre atento para saber se SUA estrela estaria lá, brilhando como sempre. E ela sempre estava. Mesmo nos dias em que o Céu chorava. Mesmo nos dias em que o Céu não tinha os seus floquinhos de algodão doce. Lá estava ela brilhando e ele observando.
Um belo dia, em sua observação, o menino viu que aquela estrela não era uma estrela. Era um anjinho. Ele tinha os cabelos longos esvoaçantes, de um tom castanho-escurecido. Trajando vestes brancas, e batendo suas belas asas, o anjo rodeava algumas estrelas e a Lua... Mas, havia algo diferente. O anjinho não brilhara, como das ultimas vezes e parecia um pouco triste. Os rodeios tristonhos envolta dos astros durou muito, até que notou o menino. Rápidamente, o anjo se escondeu numa das nuvens mais fofas. Mas a sua curiosidade falava mais alto que seu senso de proteção, e assim, ele olhava, cauteloso, por entre as nuvens, afim de descobrir quem era o menino.
- Desça até aqui, anjinho - o menino disse aos Céus, sabendo que o anjo havia se escondido nas nuvens
- Eu? - A voz era de um tom feminino - Para quê desceria, menino? Essa Terra em qual vive só me traz tristeza! Só tenho desconfianças com vocês!
- Ora! Permita que eu mostre a você as coisas belas das Terras-abaixo-das-nuvens.
- Insisto... Para quê? Não há nada nessa Terra para mim, caro menino! Além disso... Não sei se conseguiria voar até as minhas nuvens novamente
- Como assim? - O menino perguntou, meio curioso - Você não conseguiria? Você voa todas as noites, anjo. Há diversas coisas para você aqui, anjinho. Desça até aqui e eu te mostro que a Terra é bela e que você voa tão bem quanto uma águia!
O Anjinho, meio desconfiado, desceu até a Terra. Pousou de um pé, suavemente, na grama. Ao sentir isso, o anjinho sorriu e deixou um "Que gostoso" escapar por entre a boca. Caminhou, devagar, até o menino, que enfim, notara a voz não era o único atributo feminino do anjo. Seu rosto belo, de menina moleca e garota menina, trazia um sorriso divertido e sincero, que fez o menino sentir-se em paz. Então, o garoto olhou para os olhos do anjo. Eram verdes. Verdes tão intensos e tão cintilantes, que o menino achou, por alguns instantes, que eles o cegariam.
Então, a criatura dos céus disse, com sua voz melodiosa: "Vim, e cá estou". O menino, pegou as mãos do anjinho, sentindo a sua pele aveludada, e disse: "Veio, e cá está. Então, mostrarei para ti que o mundo não é isso que você vê com os seus olhos, meu anjinho"
E os dois andaram por todos os cantos daquela Terra-abaixo-das-nuvens. Viram coisas que nunca pensaram ver, sentiram cheiros delicioso, ouviram sons diferentes, tocaram texturas inimagináveis, provaram sabores fascinantes. Após tanta andança... Os dois tornaram-se amigos.
Mas havia um problema: O Anjinho não tinha confiança nas suas asas, tão majestosas. Para ele, as asas eram pequenas como a de um pardal e de forma paradoxal, o menino via as asas como imponentes asas de águia.
- Não sei se consigo, menino - disse o anjinho, temeroso
- Ora! É claro que consegue, anjo. - O menio disse, segurando as mãos do anjo - Você consegue sim. É o melhor no que faz, tenho certeza disso.
- Já viste outros anjos voando?
- Não. E nem precisaria vê-los para saber que você voa melhor que todos eles juntos. Falo isso de coração, não por que quero te agradar. - E ele sorriu
- Tuas palavras são gentis, caro menino - O Anjinho retribuiu o sorriso - Transmitem paz de forma ímpar. Teu coração, apesar de ferido por dentro, é de ouro.
O menino não soube responder. Apenas ouvia-se o silêncio e o assobio agudo do vento.
- Só tenho a te agradecer, meu amigo, meu amor. Só tenho a te agradecer por todas as palavras belas. Você é o verdadeiro anjo aqui.
E o anjinho beijou as bochechas, agora coradas, do menino. Ele sorriu e levantou voo, lentamente. O menino, gritou:
- Eu não sou isso tudo, anjinho. Apenas vi um anjo tímido e triste, se escondendo nas nuvens... E decidi mostrar que ele era mais do que pensava.
O anjo sorriu, fez uma reverência e vou rápido, para o além-nuvens. O menino viu que o Céu estava feliz aquele dia: A Lua brilhando, as estrelas dançando e o anjo, voando.
E quem diria, que por trás daquele anjinho tímido, dos olhos profundos e sinceros, haveria uma amizade tão bonita?
- E quem diria que um dia, eu acharia uma das estrelas mais brilhantes da minha constelação? - Disse o menino, indo embora.
Dedicado ao meu anjinho.
E todo dia, ele repetia seu ritual. Saía de casa e ficava horas e horas deitado na grama, observando o céu, sempre atento para saber se SUA estrela estaria lá, brilhando como sempre. E ela sempre estava. Mesmo nos dias em que o Céu chorava. Mesmo nos dias em que o Céu não tinha os seus floquinhos de algodão doce. Lá estava ela brilhando e ele observando.
Um belo dia, em sua observação, o menino viu que aquela estrela não era uma estrela. Era um anjinho. Ele tinha os cabelos longos esvoaçantes, de um tom castanho-escurecido. Trajando vestes brancas, e batendo suas belas asas, o anjo rodeava algumas estrelas e a Lua... Mas, havia algo diferente. O anjinho não brilhara, como das ultimas vezes e parecia um pouco triste. Os rodeios tristonhos envolta dos astros durou muito, até que notou o menino. Rápidamente, o anjo se escondeu numa das nuvens mais fofas. Mas a sua curiosidade falava mais alto que seu senso de proteção, e assim, ele olhava, cauteloso, por entre as nuvens, afim de descobrir quem era o menino.
- Desça até aqui, anjinho - o menino disse aos Céus, sabendo que o anjo havia se escondido nas nuvens
- Eu? - A voz era de um tom feminino - Para quê desceria, menino? Essa Terra em qual vive só me traz tristeza! Só tenho desconfianças com vocês!
- Ora! Permita que eu mostre a você as coisas belas das Terras-abaixo-das-nuvens.
- Insisto... Para quê? Não há nada nessa Terra para mim, caro menino! Além disso... Não sei se conseguiria voar até as minhas nuvens novamente
- Como assim? - O menino perguntou, meio curioso - Você não conseguiria? Você voa todas as noites, anjo. Há diversas coisas para você aqui, anjinho. Desça até aqui e eu te mostro que a Terra é bela e que você voa tão bem quanto uma águia!
O Anjinho, meio desconfiado, desceu até a Terra. Pousou de um pé, suavemente, na grama. Ao sentir isso, o anjinho sorriu e deixou um "Que gostoso" escapar por entre a boca. Caminhou, devagar, até o menino, que enfim, notara a voz não era o único atributo feminino do anjo. Seu rosto belo, de menina moleca e garota menina, trazia um sorriso divertido e sincero, que fez o menino sentir-se em paz. Então, o garoto olhou para os olhos do anjo. Eram verdes. Verdes tão intensos e tão cintilantes, que o menino achou, por alguns instantes, que eles o cegariam.
Então, a criatura dos céus disse, com sua voz melodiosa: "Vim, e cá estou". O menino, pegou as mãos do anjinho, sentindo a sua pele aveludada, e disse: "Veio, e cá está. Então, mostrarei para ti que o mundo não é isso que você vê com os seus olhos, meu anjinho"
E os dois andaram por todos os cantos daquela Terra-abaixo-das-nuvens. Viram coisas que nunca pensaram ver, sentiram cheiros delicioso, ouviram sons diferentes, tocaram texturas inimagináveis, provaram sabores fascinantes. Após tanta andança... Os dois tornaram-se amigos.
Mas havia um problema: O Anjinho não tinha confiança nas suas asas, tão majestosas. Para ele, as asas eram pequenas como a de um pardal e de forma paradoxal, o menino via as asas como imponentes asas de águia.
- Não sei se consigo, menino - disse o anjinho, temeroso
- Ora! É claro que consegue, anjo. - O menio disse, segurando as mãos do anjo - Você consegue sim. É o melhor no que faz, tenho certeza disso.
- Já viste outros anjos voando?
- Não. E nem precisaria vê-los para saber que você voa melhor que todos eles juntos. Falo isso de coração, não por que quero te agradar. - E ele sorriu
- Tuas palavras são gentis, caro menino - O Anjinho retribuiu o sorriso - Transmitem paz de forma ímpar. Teu coração, apesar de ferido por dentro, é de ouro.
O menino não soube responder. Apenas ouvia-se o silêncio e o assobio agudo do vento.
- Só tenho a te agradecer, meu amigo, meu amor. Só tenho a te agradecer por todas as palavras belas. Você é o verdadeiro anjo aqui.
E o anjinho beijou as bochechas, agora coradas, do menino. Ele sorriu e levantou voo, lentamente. O menino, gritou:
- Eu não sou isso tudo, anjinho. Apenas vi um anjo tímido e triste, se escondendo nas nuvens... E decidi mostrar que ele era mais do que pensava.
O anjo sorriu, fez uma reverência e vou rápido, para o além-nuvens. O menino viu que o Céu estava feliz aquele dia: A Lua brilhando, as estrelas dançando e o anjo, voando.
E quem diria, que por trás daquele anjinho tímido, dos olhos profundos e sinceros, haveria uma amizade tão bonita?
- E quem diria que um dia, eu acharia uma das estrelas mais brilhantes da minha constelação? - Disse o menino, indo embora.
Dedicado ao meu anjinho.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
E assim, nasceram as plumas negras.
Apenas as plumas pairavam no ar.
O rosto do rapaz, antes vívido e alegre, deu lugar à expressão de medo e espanto.
Em sua mão, uma espada ensanguentada e ao seu lado, o corpo, agora frio e inerte daquela que um dia ele chamou de amiga, daquela que um dia ele chamou de amor.
Aquele homem ainda não acreditava no que tinha feito. Olhava sua mão trêmula e nela via sangue. E sangue, era o que ele mais via em volta de si.
Sua armadura, antes límpida e reluzente, agora provava do sangue derramado por ódio, vingança e tristeza.
Sua espada, antes justiceira e verdadeira, agora bebia do sangue inocente.
Sua índole, antes cavaleiresca e implácavel, agora nadava no sangue da ira.
As plumas brancas de suas asas, que flutuavam num suave ritmo, tornavam-se negras como o carvão.
Ele havia descendido. Não havia mais fuga.
E assim, em sua espada, agora vingativa e cruel, viu seu fim.
A morte lhe sorriu e ele sorriu de volta...
Era enfim, o Anjo da Morte.
O rosto do rapaz, antes vívido e alegre, deu lugar à expressão de medo e espanto.
Em sua mão, uma espada ensanguentada e ao seu lado, o corpo, agora frio e inerte daquela que um dia ele chamou de amiga, daquela que um dia ele chamou de amor.
Aquele homem ainda não acreditava no que tinha feito. Olhava sua mão trêmula e nela via sangue. E sangue, era o que ele mais via em volta de si.
Sua armadura, antes límpida e reluzente, agora provava do sangue derramado por ódio, vingança e tristeza.
Sua espada, antes justiceira e verdadeira, agora bebia do sangue inocente.
Sua índole, antes cavaleiresca e implácavel, agora nadava no sangue da ira.
As plumas brancas de suas asas, que flutuavam num suave ritmo, tornavam-se negras como o carvão.
Ele havia descendido. Não havia mais fuga.
E assim, em sua espada, agora vingativa e cruel, viu seu fim.
A morte lhe sorriu e ele sorriu de volta...
Era enfim, o Anjo da Morte.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
O dragão enfim engoliu o castelo.
Era o fim do reino colorido, vistoso, alegre e majestoso.
Era o fim do rei bondoso, gentil e feliz.
Era o fim de um "tudo" e o começo de um novo "tudo".
Um novo tudo onde as cores saíram. Um novo tudo onde não havia bondade e gentileza.
Havia apenas tons de cinza, malícia e frieza.
Mas, lá dentro, no estômago do dragão, o rei sabia, que um dia, alguém haveria de matar o grande réptil, e mesmo que morresse, haveria de ver novamente as cores.
Era o fim do reino colorido, vistoso, alegre e majestoso.
Era o fim do rei bondoso, gentil e feliz.
Era o fim de um "tudo" e o começo de um novo "tudo".
Um novo tudo onde as cores saíram. Um novo tudo onde não havia bondade e gentileza.
Havia apenas tons de cinza, malícia e frieza.
Mas, lá dentro, no estômago do dragão, o rei sabia, que um dia, alguém haveria de matar o grande réptil, e mesmo que morresse, haveria de ver novamente as cores.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
- Aí, a gente começou a ficar e tal... - disse a mulher, meio encabulada, com as bochechas vermelhas e enrolando os cabelos na ponta dos dedos.
- Mas, peraí... você não tinha dito que amizade e desejo não andavam juntos? - o homem se virou quase que instantaneamente, surpreso com a resposta da mulher.
- É... mas...
- Não diga nada. - o homem se levantou. Seus olhos transpareciam a tristeza em sua forma mais pura. - Assim você evita de falar mais alguma coisa que possa me machucar.
E assim termina a fábula moderna incoesa e incoerente do rapaz que, além de escrever suas insanidades num blog, busca conhecimento pra entender o quesito usado para diferenciar a amizade dele e de outro garoto qualquer.
- Mas, peraí... você não tinha dito que amizade e desejo não andavam juntos? - o homem se virou quase que instantaneamente, surpreso com a resposta da mulher.
- É... mas...
- Não diga nada. - o homem se levantou. Seus olhos transpareciam a tristeza em sua forma mais pura. - Assim você evita de falar mais alguma coisa que possa me machucar.
E assim termina a fábula moderna incoesa e incoerente do rapaz que, além de escrever suas insanidades num blog, busca conhecimento pra entender o quesito usado para diferenciar a amizade dele e de outro garoto qualquer.
domingo, 22 de novembro de 2009
Capítulo I - Sobre o Tempo e suas muitas faces
"O fluxo de tempo é sempre cruel... as pessoas sentem sua velocidade de formas diferentes, mas ninguém pode mudá-lo(...)"
Sheik, The Legend of Zelda: Ocarina of Time
É engraçado como o Tempo é relativo até dizer chega. Tempo é a medida invariável do inevitável. Para alguns, o tempo é eterno e marca à ferro e fogo, deixando um "para sempre" nas pessoas. Outros, por sua vez, acreditam que o tempo é somente algo passageiro, mutável e bilateral, como algo que vai e volta, que muda sempre e está ali só por estar.Sheik, The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Para crianças, o tempo simplesmente não existe. Elas se divertem, se sujam, comem, bebem, brincam, choram, caem, levantam (para cairem novamente), saltam, correm e fazem mais uma infinidade de coisas e, pasem, o tempo NÃO PASSA. É fascinante como os infantes olham para um relógio e veem aquilo como "dois ponteiros e números" e não como algo que "mede o tempo".
Os adolescentes sabem o que é o tempo... Mas não estão nem aí pra ele. Querem somente aproveitar todas as habilidades que o fogo da juventude acende. Então, podemos dizer que para esses, o tempo existe mas não é.
Os adultos, por sua vez, veem o tempo como um inimigo implacável. É um leão faminto, que todo simples segundo corre atrás de sua presa. É um monstro tão terrível, que assusta à simples visão e cujas presas deixam marcas horripilantemente perenes. É um feiticeiro, que com sua magia maléfica, suga a juventude, sem dó nem piedade. Os adultos também veem o Tempo como um bem material, ou combustível, haja vista que alguns sempre dizem à mesma ladainha: "Estou sem tempo".
Para os idosos, o tempo pode ser um grilhão, que prende e sufoca, tirando toda e qualquer esperança... mas, há idosos que a exemplo das crianças, apenas fazem o que tem que fazer, sem se preocupar com isso.
Dimensão imposta.
Força invisível.
Vencedora de todas as lutas.
Irmão da Morte.
Algoz frio.
O tempo simplesmente passa... ou simplesmente fica. É eterno quando tem de ser. É ligeiro quando há de ser.
O tempo é o farfalhar de uma asa de borboleta: Um pequeno vento, e ao mesmo tempo, um devastador furacão.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Não havia luz. Não havia som. Não havia nada...
Havia apenas um mar, eterno, de sangue, onde esse jovem rapaz se encontrava, atarrachado, preso, à grilhões.
Esses grilhões o torturavam, muito. Eram os grilhões do tempo. Fazia com que ele se lembrasse das dores, dos sofrimentos, das tristezas, e isso, o preenchia com um ódio sem precedentes.
Mas, por fora, tudo parecia diferente. Ele não parecia triste, não parecia sofrido... ele parecia um rapaz normal. Seus amigos inclusive o consideravam um cara... digamos, alto astral. Sempre pra cima, divertindo a quem podia, alegrando a vida de quem queria, soprando a tristeza dos corações alheios para bem longe.
Talvez fosse uma forma de se esquecer do que acontecia dentro do seu coração, talvez fosse uma forma de escapar do mundo. Mas, na verdade, aquilo não passava de um simples pedido: Socorro. Não fazia em troca de recompensa, nem esperava isso, mas, a verdade é que esse pedido era algo latente... inconsciente.
O sofrimento era incomensurável. Muita das vezes, ele não aguentara a dor e ficava sem saber o que fazer, apenas observando a dorm enquanto esperava por alguém que pudesse quebrar aquela casca que bloqueava tudo em seu coração e libertar aquele que habitava lá, tirando-o dos grilhões do tempo.
Havia apenas um mar, eterno, de sangue, onde esse jovem rapaz se encontrava, atarrachado, preso, à grilhões.
Esses grilhões o torturavam, muito. Eram os grilhões do tempo. Fazia com que ele se lembrasse das dores, dos sofrimentos, das tristezas, e isso, o preenchia com um ódio sem precedentes.
Mas, por fora, tudo parecia diferente. Ele não parecia triste, não parecia sofrido... ele parecia um rapaz normal. Seus amigos inclusive o consideravam um cara... digamos, alto astral. Sempre pra cima, divertindo a quem podia, alegrando a vida de quem queria, soprando a tristeza dos corações alheios para bem longe.
Talvez fosse uma forma de se esquecer do que acontecia dentro do seu coração, talvez fosse uma forma de escapar do mundo. Mas, na verdade, aquilo não passava de um simples pedido: Socorro. Não fazia em troca de recompensa, nem esperava isso, mas, a verdade é que esse pedido era algo latente... inconsciente.
O sofrimento era incomensurável. Muita das vezes, ele não aguentara a dor e ficava sem saber o que fazer, apenas observando a dorm enquanto esperava por alguém que pudesse quebrar aquela casca que bloqueava tudo em seu coração e libertar aquele que habitava lá, tirando-o dos grilhões do tempo.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Devaneios de um Insano - English ver.
As the Spring comes and the flower blooms, my thoughts dive in a huge pool of memories.
They all are from the best year of my life.
Why?
Simple question, simple answers.
First of all: I was a kid, or, something like that. More like a pre-teen or sort of, but, the fact was: I didn't have ANYTHING to worry about, or, anything SERIOUS to worry about.
No worries about money, girls... The only thing I cared was: when I'd come back from school, sit down my butt on any surface confortable enough and turn my videogame on and have good grades, only to keep the privilege of playing videogames when I wanted to.
And now, what I've got?
Bunch of reasons to be unhappy. Lack of money, lack of girls, or to synth it all, LACK OF HAPPINESS.
My head's like a time bomb, ready and set to explode any moment. My english, wich was poor, is getting worst than Joel Satana's and, in fact, I don't even know why I'm writting this.
That's it. Job's done.
They all are from the best year of my life.
Why?
Simple question, simple answers.
First of all: I was a kid, or, something like that. More like a pre-teen or sort of, but, the fact was: I didn't have ANYTHING to worry about, or, anything SERIOUS to worry about.
No worries about money, girls... The only thing I cared was: when I'd come back from school, sit down my butt on any surface confortable enough and turn my videogame on and have good grades, only to keep the privilege of playing videogames when I wanted to.
And now, what I've got?
Bunch of reasons to be unhappy. Lack of money, lack of girls, or to synth it all, LACK OF HAPPINESS.
My head's like a time bomb, ready and set to explode any moment. My english, wich was poor, is getting worst than Joel Satana's and, in fact, I don't even know why I'm writting this.
That's it. Job's done.
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